Meteorito Angra dos Reis é resgatado de escombros do Museu Nacional

A equipe da área de meteorítica do Museu Nacional conseguiu resgatar o meteorito Angra dos Reis dos escombros do prédio-sede da instituição, afetado por um grande incêndio no início de setembro. O artefato foi encontrado na última sexta-feira (19) durante as obras de escoramento, que estão sendo acompanhadas por técnicos do museu.

Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do Museu Nacional, o meteorito está intacto porque estava em um armário de ferro que resistiu ao fogo. De acordo com a instituição, o valor do meteorito, o único resgatado logo depois de cair na terra sem ser submetido a qualquer intempérie, é incalculável.

De acordo com a professora Maria Elizabeth Zucolotto, o Angra dos Reis tem uma importância tão grande que chegou a batizar uma nova classe de meteoritos, a classe dos angritos. A peça foi resgatada na cidade de Angra dos Reis, no sul do estado do Rio, próximo à Igreja do Bonfim, em 1869. A maior parte do meteorito, com 70 gramas, está sob guarda do Museu Nacional.

Luzia
O crânio de Luzia, fóssil humano mais antigo das Américas, foi encontrado nos escombros do Museu Nacional, segundo disse nesta sexta-feira (19) Cláudia Rodrigues, da equipe de escavamento da instituição. Um incêndio destruiu o museus no último dia 2 de setembro. Cláudia afirmou que o fóssil sofreu alterações por conta do fogo.

“Nós conseguimos recuperar o crânio de Luzia. É claro que, em virtude do acontecimento, sofreu algumas alterações, tem alguns danos. Mas nós estamos comemorando”, disse a professora a O Globo. “O crânio foi encontrado fragmentado, e a gente vai trabalhar na reconstituição. Pelo menos 80% dos fragmentos foram identificados”, diz. (As informações da Agência Brasil)

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